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Professora Ivanete se prepara para ir aos Estados Unidos

Professora da Rede Municipal de Nova Campina, Ivanete Landim está entre os selecionados.


Em janeiro próximo, seis brasileiros que lecionam inglês terão a oportunidade de passar cinco meses aperfeiçoando seus conhecimentos sobre a língua e a cultura norte-americanas. A chance é oferecida pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, que promove o Programa Líderes Internacionais em Educação (Ilep, na sigla em inglês). Com a ajuda do governo dos EUA, esses professores poderão viajar e se hospedar nos Estados Unidos, onde vão estudar em universidades e participar de um estágio em escolas locais. Entre eles, está uma professora do Centro Interescolar de Línguas (CIL) de Brasília. O grupo tem ainda educadores de Minas Gerais, do Espírito Santo, de São Paulo e do Paraná.


Os professores foram selecionados entre mais de 500 candidatos, e vão se juntar a um grupo de 80 intercambistas de 16 diferentes nações. Além dos brasileiros, participam do programa profissionais de países como Gana, Senegal, África do Sul, Filipinas, Egito, Marrocos e Peru. Todos são professores da rede pública de ensino e vão frequentar, até maio, universidades em Ohio, Virginia e Carolina do Sul, nas quais terão aulas sobre metodologia de ensino, uso de tecnologia em sala de aula e língua inglesa.

Este é o segundo ano em que o Brasil participa da disputa. Em 2010, foram oito professores brasileiros agraciados. “Estamos empolgados com a representação brasileira nessa seleção tão competitiva. Isso mostra a importância que o governo brasileiro dá ao ensino de inglês nas escolas públicas”, avaliou Susan Bell, adida cultural da Embaixada dos Estados Unidos. Para ela, a iniciativa pode ajudar o país, escolhido para sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. “O objetivo maior do programa é promover o intercâmbio entre países, ajudar a construir laços pela educação.”

Quando soube do Ilep no ano passado, a professora Alessandra Inácio, do CIL da Asa Sul, viu a oportunidade de finalmente fazer um curso nos Estados Unidos — mesmo após 10 anos ensinando inglês, ela ainda não teve recursos para visitar o país que serve como referência cultural da língua. “Nunca me imaginei indo aos EUA por turismo, sempre quis fazer algum tipo de curso. Vi o programa e pensei: ‘É agora ou não vou conseguir mais’. É um programa muito focado. Nem pagando temos essa qualidade”, contou.

Reprovada na primeira seleção, ela adiou de vez os planos de viagem. Sem grandes expectativas, repetiu a prova, este ano, para acompanhar uma amiga. Em outubro, chegou o aviso: ela foi escolhida para estudar na Universidade de Kent, em Ohio. Com maior conhecimento sobre a cultura norte-americana, Alessandra espera poder aprimorar as aulas, que hoje dependem de vídeos como referência. “Os alunos querem saber gírias, entender trechos de músicas. E essa é uma coisa que não dá para tirar só de filmes.”

Conhecimento - A seleção começou em fevereiro. Depois da análise de currículos e de redação, os professores tiveram de fazer provas escritas e orais, além de comprovar o domínio da gramática e a conversação por meio do Teste de Inglês como Língua Estrangeira (Toefl, na sigla em inglês) e passar por uma entrevista. Segundo a Embaixada dos EUA, este ano a seleção focou em professores que ainda não tiveram a oportunidade de conhecer o país e residentes em estados que vão receber a Copa do Mundo em 2014.

Para os organizadores e apoiadores do projeto, a oportunidade representa um ganho maior que o crescimento profissional dos educadores selecionados. “A expectativa que temos é de que eles retornem e influenciem suas escolas e seus alunos, que sirvam de modelo e multipliquem essa iniciativa”, opinou Nilce Costa, secretária executiva do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

Morador de São João Batista do Glória (MG), Carlos Henrique Borim, 35 anos, já planeja dividir a experiência no exterior com os colegas da cidade, de apenas 7 mil habitantes. “Vou manter o blog e meus alunos vão me acompanhar no Facebook e no Orkut”, contou.

Estudante de tecnologia da informação, Borim planeja uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia. Quer se especializar na elaboração de cursos a distância. Apaixonado pelo tema, ele já manteve um curso de inglês e casou-se com uma colega de profissão. O professor terá de se separar por cinco meses do clima ameno do interior mineiro, do filho André, 5 anos, e da mulher, Carolina, grávida de três meses. “Estou deixando uma Carolina por outra”, brincou, referindo-se ao estado da Carolina do Sul, no sudeste norte-americano. Ele retorna com o grupo em 18 de maio, apenas uma semana antes do dia previsto para o parto do segundo filho.


Autor: Correio Braziliense - VEJA AQUI A MATÉRIA DO JORNAL DE BRASÍLIA

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